Essa afirmação é constante nas conversas entre técnicos da Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater e agricultores do estado. Não importa se a propriedade é pequena ou grande, ou se quem trabalha nela é o agricultor familiar ou empresarial, a diversificação é a melhor forma de evitar as intempéries climáticas, as baixas do mercado ou as inconveniências de pragas e doenças
Label rouge – de origem francesa, pescoço pelado e que chegou ao Brasil
há cerca de dez anos. Label rouge significa selo vermelho. Esse selo foi criado em 1965 para garantir um produto de qualidade tanto no paladar quanto nas condições de produção, processamento e comercialização.
Segundo informações do Instituto de seleção Avícola da França, o ISA - um dos maiores centros de pesquisa genética do mundo - ela “é uma ave pesada, que atinge 1,80 quilos em 70 dias; é forte para viver em campo
ou semiconfinada e sua dieta é um cardápio misto de pasto e ração”. A label rouge é considerada por alguns, como uma galinha caipira, mas há quem conteste. “Na verdade a label rouge foi criada para evitar a caça ao
faisão, na França”, diz Cláudio Luiz Martelli, engenheiro agrônomo da Emater.